14/09/10

GALANDUCHA, GALANDUCHA

poesia


Galanducha, Galanducha
Filha dum conde real
Oh quem dormira com ela
Uma noite a descansar

Dormia duas ou três
Se não se fosse a gabar
Logo à primeira noite
Logo se foi a gabar

À mesa dos estudantes
Onde estavam a jogar
Esta noite dormi eu
Com uma prenda delicada

Disseram uns para os outros
Quem seria a desgraçada
Foi a Dona Galanducha
Ela merece ser queimada

E daí a pouco tempo
Seu tio desconfiava
Que me mira ó meu tio
É uma saia mal talhada

Galanducha, Galanducha
Filha dum conde real
Oh quem dormira com ela
Uma noite a descansar

tradicional - de Marmeleiro - distrito da Guarda

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